• Cachoeiro de Itapemirim, 06/11/2026
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Polícia prende três pessoas em operação contra venda ilegal de canetas emagrecedoras no ES


Polícia prende três pessoas em operação contra venda ilegal de canetas emagrecedoras no ES

Três pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (5), durante uma operação da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) contra a venda ilegal de canetas emagrecedoras e outros medicamentos. A ação, chamada de Operação Efeito Colateral, chegou à segunda fase e acontece em Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica.

Os policiais cumprem oito mandados de busca e apreensão relacionados a seis investigados. Até o momento, três prisões foram confirmadas.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam a existência de um esquema de contrabando e venda irregular de medicamentos. Os produtos eram anunciados pelas redes sociais e negociados por aplicativos de mensagens, sem comprovação de origem ou garantia de que estavam sendo armazenados nas condições necessárias.

A polícia também encontrou indícios de que servidores públicos da área da saúde possam ter participado da compra e revenda dessas substâncias. O possível envolvimento desses profissionais ainda está sendo investigado.

A operação é conduzida pela Superintendência de Polícia Especializada (SPE) e pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), com apoio da Polícia Científica e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp).

Ao todo, 32 policiais e 16 viaturas participam dos trabalhos.

Essa não é a primeira ação da Polícia Civil contra o grupo investigado. Em 28 de maio, a primeira fase da Operação Efeito Colateral foi realizada na Serra e em Vila Velha, com o cumprimento de sete medidas judiciais.

Na ocasião, um dos principais investigados foi preso temporariamente. Ele é apontado pela polícia como o principal responsável pelo contrabando de canetas emagrecedoras no Espírito Santo.

Durante as buscas, os agentes encontraram medicamentos de origem estrangeira sem documentação fiscal e sem comprovação sanitária. Também foram apreendidos produtos vencidos e materiais utilizados na comercialização clandestina.

A Polícia Civil continua investigando a atuação dos envolvidos e a possível participação de outras pessoas na distribuição e venda dos medicamentos.




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