• Cachoeiro de Itapemirim, 24/02/2026
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Trump aumenta pressão sobre Maduro com operações secretas e mobilização militar no Caribe


Trump aumenta pressão sobre Maduro com operações secretas e mobilização militar no Caribe

O governo do presidente Donald Trump estaria articulando uma série de operações militares e de inteligência que poderiam abalar o regime de Nicolás Maduro, segundo reportagem do Washington Post publicada nesta quarta-feira (22).

De acordo com o jornal, a Casa Branca autorizou deslocamentos navais e ações secretas da CIA em áreas próximas à Venezuela. Fontes anônimas do governo norte-americano afirmam que, oficialmente, as operações visam o combate ao narcotráfico, mas nos bastidores têm como objetivo pressionar o regime chavista e gerar fissuras nas Forças Armadas venezuelanas.

Movimentação militar e operações secretas

O Pentágono teria enviado embarcações de guerra e aviões de reconhecimento para o mar do Caribe, além de unidades de elite como os “Night Stalkers”, especializadas em operações rápidas e de alta precisão. A presença reforçada causou preocupação entre países latino-americanos e reacendeu temores de uma intervenção direta.

Trump confirmou recentemente que autorizou “ações especiais” da CIA na Venezuela, mas negou que se trate de uma invasão.

"Estamos combatendo cartéis de drogas e regimes corruptos que destroem nosso hemisfério", disse o presidente durante um comício na Flórida.

Pressão sobre Maduro

Analistas consultados pelo jornal avaliam que as medidas têm como objetivo enfraquecer o círculo de poder de Maduro, estimulando deserções e disputas internas.

"O que está em curso é uma estratégia de estrangulamento político e psicológico", afirmou um ex-oficial de inteligência norte-americano.

O regime venezuelano reagiu classificando as ações como uma “ameaça imperialista” e anunciou exercícios militares de prontidão. Em pronunciamento na televisão estatal, Maduro afirmou que o país está “preparado para qualquer agressão”.

Risco de escalada

Diplomatas latino-americanos e representantes da ONU alertam que uma intervenção direta poderia gerar uma crise regional. Rússia, China e Cuba, aliados de Caracas, já condenaram as movimentações e exigiram respeito à soberania venezuelana.

Especialistas destacam, no entanto, que não há indícios de que Washington planeje uma invasão terrestre. O objetivo imediato seria aumentar o isolamento do regime e testar sua resistência, sem deflagrar uma ofensiva completa.

Cenário incerta
A Venezuela enfrenta uma grave crise política e econômica há mais de uma década. Desde 2019, os EUA reconhecem Juan Guaidó como presidente legítimo, embora ele tenha perdido força e apoio interno. A postura mais agressiva de Trump representa uma mudança em relação à política de contenção adotada por administrações anteriores.




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